Estadão – saídas para a crise (13 de setembro de 2015)

Em reportagem da jornalista Alexa Salomão, dou minha opinião a respeito de um dos aspectos do ajuste fiscal que está sendo deixado de lado pelo governo: o custo das operações cambiais. A seguir, além de meu comentário, o quadro com as opiniões dos economistas de diferentes vertentes que opinaram ao Estadão:

‘Mas que política cambial foi essa?’, diz Felipe Salto

O ESTADO DE S. PAULO – Alexa Salomão

13 Setembro 2015 |

“Focar no superávit primário não é errado, mas é incompleto. O ajuste deveria ser muito maior: abarcar todo o resultado fiscal, o chamado resultado nominal. A gente precisa começar a pensar também no custo da dívida. Não é uma questão populista, mas de dedicar mais atenção à gestão da dívida como um todo. Estão ignorando, por exemplo, o ajuste que precisa ser feito do lado dos gastos com juros, em especial os gastos com a política cambial, com os swaps (operação financeira utilizada para conter a alta do dólar). O Banco Central tem um prejuízo enorme com essas operações. Pelas minhas projeções, de janeiro a dezembro deste ano, serão gastos R$ 148 bilhões com swaps cambiais, um múltiplo em relação ao ano passado, que foi de R$ 17 bilhões. E essa política não serviu para nada. O dólar está encostando em R$ 4. Que política cambial foi essa?”

Felipe Salto é assessor econômico do senador José Serra

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