Por uma nova política

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Uma foto para simbolizar o sentimento que julgo que precisa ser disseminado dos dois lados, em prol da boa convivência de duas plataformas políticas importantes, democráticas, uma  mais preocupada com a igualdade, outra mais fundamentada na busca da liberdade, mas ambas unidas pelo objetivo maior de aumentar o bem-estar social. Nada disso anula o bom e necessário confronto de ideias,  de propostas, de meios e de fins, em sentido mais amplo, mas,  em verdade, o transforma em algo muito  mais útil à sociedade e à política do que a disputa pela disputa.

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Tive uma conversa muito boa com meu orientador e amigo, Prof. George Avelino, nesta última quinta-feira, e gostaria de compartilhar com vocês um sentimento que carreguei desse nosso almoço: vamos tentar barrar essa espécie de “cultura do ódio” que vem se espalhando como praga?

Eu mesmo confesso que tenho caído nessa tentação de “apontar o dedo”. Como ex-presidente, Lula merece respeito. Foi eleito democraticamente e representou, em um momento de consolidação da democracia, a chegada do povo ao poder. É a prova viva de que a política não seria mais para os ricos, apenas, mas para todos aqueles que pretendessem fazer algo pelo seu país, pela sua sociedade.

Evidentemente, os que acompanham minhas manifestações, por aqui e/ou em outros fóruns, já perceberam que sou tucano, apesar de não ser filiado e de saber separar meu trabalho como consultor, pesquisador e, agora, professor, das veleidades políticas. Acredito que precisamos alimentar a possibilidade de construir um projeto alternativo para o país e acredito que todo cidadão tem o dever de comprometer-se com a política em alguma medida.

É sob esse espírito que gostaria de trazer essa reflexão, esperando que se renove, verdadeiramente, a forma de fazer política no Brasil. Não quero saber nada sobre as amantes dos ex-presidentes. Também não vou me deixar envolver por depoimento de condenado que, para se safar, “dispara a metralhadora” para todos os lados e ganha espaço em cada um dos principais jornais do país para acusar sem provas.

Vou me dedicar a tentar contribuir para a boa política. Sem ingenuidade ou doces ilusões, mas com responsabilidade, comprometimento e lealdade. Há muito por ser debatido, há tanto por ser feito… Por que perder tanto tempo com o escracho?

Prefiro a beleza da esperança e da fé unida à força da ação!

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