BNDES: fé em Deus e pé na tábua

“Fé em Deus e pé na tábua” – um bom slogan para o banco de fomento que deveria servir ao crescimento, mas serve, em verdade, à expansão do risco fiscal, via aumento da dívida bruta do governo geral, limitação do potencial da política monetária (ao ampliar o crédito sobre o qual a redução ou aumento de juros   tem efeito) e, na direção contrária à prevista pelo governo, via redução dos investimentos, que já completam cinco trimestres consecutivos de queda, conforme dados do IBGE.

A festança com dinheiro público pode ser observada no gráfico abaixo, que representa o estoque de créditos do Tesouro junto ao BNDES e sua evolução ao longo do tempo. A outra série (em vermelho) evidencia os demais expansionismos, bem mais modestos, mas igualmente equivocados, incluindo créditos concedidos ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal:

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Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração própria.

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